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Do Windows para o Ubuntu 11.04? Sei não…
19/05/11
Sim, também atualizei meu Ubuntu para versão 11.04… E diferente do que estava achando eu não fiquei louco nem quero matar ninguém por isso…
Quando li a noticia que o Gnome não seria mais padrão para versão 11.04 do Ubuntu eu fiquei levemente preocupado, aliás, preocupado pra caralho! Só fiquei um pouco mais calmo quando li que o Gnome viria “junto” na versão, não como padrão, mas ele estaria presente… Pensei: “Bem, se não gostar uso o Gnome e pronto…” Mas não foi bem isso que aconteceu… Houve algo inesperado… Até o momento o Gnome não foi iniciado! Estou só no Unity e estou gostando muito! Super simples, muitos atalhos rápidos e agradáveis e lógico, muito bug! (Não no meu)
Pelo que leio em alguns sites e também no IRC muitos estão passando sérios problemas com essa versão do Ubuntu. Mas eu instalei o danado, ou melhor, atualizei o danado em duas máquinas e em ambas ele está lindão! Não vi nenhum bug sério e minha máquina não foi em nenhum momento desligada como anda ocorrendo por ai. Mas como não poderia deixar de ser é claro que existe sim um problema e querendo ou não ele me atrapalha um pouco. Os ícones que ficam no tray foram desativados no Unity, mas existe uma maneira de ativar e é fácil, todos são mostrados. Porém, comigo, ao mostrar todos os ícones que preciso no tray alguns ícones (Bateria, Rede e Som) ficam sem funcionar. Você clica neles mas não recebe nenhuma ação. Com isso voltei para o original do Unity e estou no aguardo de uma atualização que resolva meu problema, sei que não irá demorar.
Não tenho muito a falar, muito já foi dito e todos conhecem as mudanças, então deixarei aqui minha opinião e um teste que fiz…
Primeiro: Se você usa o Ubuntu a algum tempo e conhece o sistema eu recomendo a atualização e recomendo um esforço de sua parte para que o Unity se torne gostoso e útil pra você. Você vai se acostumar e vai gostar! Vai entender que ele é mais pratico…
Segundo: Se você não conhece o Ubuntu, eu não recomendo! (A não ser que use o Modo Clássico). Por que? Simples, o Unity não se parece com nenhum sistema, é algo novo! E a mudança de Windows para ele será complicada de agora em diante, para um usuário avançado não. Mas para os simples, será um martírio! Vejo o exemplo:
Testei essa mudança em um amigo. Ele queria testar o Linux, (Detalhe: Ele não sabe nada de computador) mas queria algo melhor que o Windows (Até quem não entende de computador não aguenta mais essa tranqueira) e eu instalei o Ubuntu 11.04 pra ele. Ele achou horrível e não entendeu nada! Quando voltei o sistema para o Gnome ele achou muito parecido com Windows e a mudança não foi um sacrilégio. Hoje, 15 dias depois da mudança, ele não me ligou pra nada! O que é muito raro!
Agora vamos ver se o pessoal da Canonical vai querer enfrentar essa onda e tirar de vez o Gnome da rodada ou vai voltar atrás ao perceber que para quem não entende ele ficou muito complicado…
[POST DO LEITOR] Comecei a usar o Ubuntu 9…
10/05/11
Comecei a usar o Ubuntu a partir da versão 9. Neste época já tinha gostado da distribuição, principalmente no quesito segurança. É verdade que não deixei de usar Windows, até porque ainda não estou “craque” no linux. Depois de algum tempo, deixei de usar o Ubuntu e estagnei no Windows mesmo, até chegar a versão 7. Daí, há 15 dias instalei o Ubuntu 11.04 e testei o #Unity (confesso que não gostei nadinha, hehehe). No entanto, ele tem a opção para mudar para o Ubuntu Clássico, o que para mim, ficou perfeito! A customização foi tranquila, bem como o processo de “embelezamento” (quem não gosta de dar aquela enfeitada, não é? :-) ) Bem, na minha humilde opinião de um usuário que está “engatinhando” nesse mundo até então pouco explorado, digo que ele está mais acessível e estável do que nunca, bastando apenas uma leve força de vontade do neo usuário para que possa avançar de uma vez! O sistema está de parabéns e torço para que o desenvolvedores sempre sigam este binômio: simplicidade e segurança.
Atenciosamente,
Renato Torres.
Windows de forma gratuita?! Pode existir em um futuro!
23/12/10
Navegando por ai, encontrei uma coisa que me chamou muito atenção. Quem acompanha a TecnoLoide sabe que eu substitui quase todas as minhas máquinas por Linux e estou completamente satisfeito com esse feito! Completamente!
Mas uma de minhas máquinas eu fui obrigado a manter o Windows instalado, por qual motivo? Essa máquina roda um programa de frente de caixa que, infelizmente, só roda em Windows. Já tentei encontrar programas gratuitos e/ou pagos que conseguissem ficar no lugar desse programa mas infelizmente não encontrei nada que substituísse o mesmo.
O que encontrei na rede? Eu encontrei um projeto chamado ReactOS. O que é esse ReactOS? Vou responder isso com palavras dos desenvolvedores.
“O ReactOS é um sistema operativo em Software Livre e Open-Source, baseado na arquitectura do Windows NT, que fornece suporte às aplicações e drivers existentes, bem como uma alternativa ao actual sistema operativo dominante.
Provavelmente seria importante começar por dizer o que o ReactOS não é. Não é outro wrapper que corre sobre o Linux, como o WINE. Não tem como objectivo competir como WINE; na realidade, a porção de user-mode do ReactOS é quase integralmente baseada no WINE e as nossas duas equipas já cooperaram estreitamente no passado. O ReactOS também não é apenas “mais um SO”. Não tem como objectivo ser mais um jogador na concorrência entre sistemas operativos, como acontece com o SkyOS ou qualquer outro SO alternativo. Não queremos que as pessoas desinstalem o Linux para passarem a usar ReactOS; o ReactOS é um substituto do Windows para aqueles que querem um SO que, funcinando exactamente como o Windows, o substitua.
Ainda que a disponibilidade do código fonte e a presente utilização que se pode fazer do ReactOS esteja ainda principalmente voltada para os programadores que o queiram expandir e melhorar, não é preciso ser-se um cientista diplomado para o usar. No seu estado final, acabará por ser um SO completamente amigável. Se já usaste Windows, encontrarás um ambiente familiar no ReactOS. A curva de aprendizagem, se existir, será minima, já que o ReactOS duplica a maioria dos elementos do ambiente gráfico do Windows.
O presente objectivo é desenvolver o ReactOS até uma etapa em que este seja capaz de correr directamente a maioria dos drivers e aplicações do Windows. Isso não significa, no entanto, que o ReactOS se limite a cumprir esse objectivo; à medida que novas funcinalidade forem sendo introduzidas no Windows, os nossos desenvolvedores continuaram ocupados a incorporar essas funcionalidades em cada nova versão do ReactOS. Quando o nível de compatibilidade desejado tiver sido atingido, poderemos mesmo decidir melhorar o ReactOS para além do nosso objectivo principal de compatibilidade com o Windows. Modificações desse género seriam, no entanto, externas à versão principal do SO, e totalmente compatíveis com o Windows, mas adicionando vantagens extra. Por exemplo, um dos nosso objectivos consiste em ser compativeis como o POSIX, de forma semelhante aos Windows Services para Unix. Outro melhoramento poderia ser tão simples como suporte nativo a múltiplos Ambientes de Trabalho, em vez de requerer um PowerToy.
ReactOS®™ é uma marca registada da ReactOS Foundation.
Windows® NT™ é uma marca registada da Microsoft Corporation.”
Eu achei um belo trabalho e o bacana é, se você sabe e quer… Pode ajudar! Nem que for com tradução… Vale a pena ajudar, pois provavelmente você vai um dia quem sabe talvez usar esse sistema…
Deixo aqui o site oficial deles para que quiser mais informações e/ou ajudar…
Abraços
5º Capitulo – PhotoShop no Linux?! Fácil, fácil…
10/05/10
Você perdeu algum capitulo? Agora não mas! Clique aqui e leia os capítulos anteriores…
A minha maior preocupação chegou, preciso do PhotoShop, preciso editar uma maldita imagem! E preciso dele agora!
Fui no Google e digitei “PhotoShop Linux” em primeiro lugar na lista está um tutorial de como instalar o próprio PhotoShop via Wine, mas não era isso que eu queria, tinha ouvido falar de um outro programa que é tão excelente quanto, precisava lembrar o nome. Foi ai que me veio um estalo! E eu lembrei! O nome do programa é GIMP!!! Fiquei feliz pra caramba e antes de mais nada fui no “Gerenciador de Pacotes” (Sistema, Administração) e mandei procurar por Gimp, como eu já esperava ele estava lá! Marquei e mandei aplicar!
De maneira rápida o programa já estava instalado! Ao iniciar o programa vi que todas as principais ferramentas encontradas no PhotoShop estavam lá, na minha frente! Foi um alivio! Fui usando o programa e com o tempo fui encontrando outras opções! Todas que eu uso, todas que eu conheço! Editei a imagem sem problemas, e mandei salvar.
Peguei a imagem e fui fazer uma postagem aqui na TecnoLoide, como eu também precisava do Adobe Flash para funcionar tudo certinho fui instalar ele. Como eu já estava todo malandro no sistema, achando que eu entendia tudo fui no “Gerenciador de Pacotes” digitei Flash e LÓGICO ele estava ali, me esperando, cliquei em marcar e mandei aplicar, terminou de forma extremamente rápida, abri novamente o navegador, entrei no YouTube para testar e sim, estava funcionando! Masssssssssss eu não tinha controle para pausar, voltar e muito menos o volume do vídeo. Fiquei um pouco preocupado, desinstalei e instalei de novo e nada, reiniciei a máquina e nada! Pensei: - Falta de cerveja né? Bora pegar uma latinha né?
Voltei pra frente do computador com uma Brahma gelada e uma porção de queijo Provolone cortado em cubos no azeite com orégano em cima, agora devo conseguir! Botei um Faith No More pra tocar e fui pra luta. Olhei meu GTalk ninguém on, vamos pro Google, procurei como instalar Adobe Flash no Linux e todos diziam pra fazer da maneira que eu fiz. Masss algo está errado! Foi quando eu lembrei! Estou em casa!!! Meu sistema é x64!!! Deve ser isso! Vamos procurar por Flash no Linux x64, qual a primeira página que foi mostrada? A da Adobe (Fabricante do Flash) com a solução para meus problemas! E agora a solução para os seus!
Primeiro, desinstale o flash que você instalou.
Agora baixe esse aplicativo:
[download id="21"]
Você vai ter um arquivo “.tar.gz”, ele está compactado lembra? Clique duas vezes para abrir o arquivo e descompacte o mesmo (Se não conseguir assim faça via terminal, já expliquei aqui como se faz).
Agora o que eu faço com um arquivo “.so”? Esse arquivo é um plugin para o FireFox você vai precisar instalar ele no navegador. Recorte esse arquivo e cole na sua “Pasta Pessoal” (Locais, Pasta Pessoal).
Feche o navegador e abra o Terminal e digite:
libflashplayer.so /usr/lib/firefox/plugins (Com esse comando você está movendo o arquivo de sua pasta principal para a pasta Plugins do FireFox)
Pronto, pode iniciar o navegador e ser feliz! Só lembrando, isso é para sistema x64, para x86 não precisa fazer tudo isso. Outra coisa, se não tem permissão para copiar, lembre-se do “SUDO”, lembra dele?
Se quiser ter certeza que instalou digite na barra de endereço do FireFox: about:plugins.
Fui fechar todas as abas do navegar e o que eu encontro? A primeira página de pesquisa aberta, quando eu estava procurando o PhotoShop, lembra? Adivinha! Achei mais um programa…
3º Capitulo – O IEs4Linux salva o Bradesco! Ou não…
07/05/10
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Quando terminei de colocar as fotos nos mensageiros, o Gule me chamou no GTalk. (Seria minha salvação?! Acho que foi a salvação do Bradesco?)
Perguntei se existia alguma maneira de instalar o Internet Explorer no Ubuntu (OBS.: Expliquei o motivo; se não explico corro o risco de morrer! hahahaha). Ele falou que existia e começamos o processo.
O que precisava ser feito?
Primeiro: Instalar o Wine – Wine é um programa que permite a instalação de programas desenvolvidos para Windows. Mas nunca instale muita coisa do Windows no Linux, todos ou quase todos os programas você encontra pra Linux! Pra vocês terem uma ideia, hoje meu Wine não tem nada do Windows instalado!
Segundo: Instalar o IEs4Linux – IEs4Linux é uma projeto criado para rodar o Internet Explorer dentro do Linux.
Mas infelizmente o IEs4Linux não é compatível com a ultima versão do Wine, com isso, não funcionou.
O que eu achei mais bacana é que o Gule foi me explicando os códigos que eu usava no Terminal (Terminal, mais conhecido como “shell” ou “console”, é onde pode se digitar os comandos via teclado, ao invés de executá-los via mouse. O MS-DOS é uma cópia enxuta da “shell” original do UNIX), e eu fui entendo o motivo pelo qual usava tal comando aqui e ali. Muito bacana da parte dele fazer isso e, por sinal, devo muitas cervejas a ele.
Eu vou tentar explicar os códigos quando eu usar algum aqui.
Outra coisa bacana: para instalar o Wine você não precisa usar o Terminal, você pode ir em Sistema, Administração, Gerenciador de pacotes Synaptic e, na busca digite “Wine”. Clique com o botão direito em cima e selecione “Marcar para instalação”. Você vai ver que um botão chamado “Aplicar” ficará verde, e ai é só aplicar.
Se você digitou Wine na pesquisa e não mostrou nada, não fique desesperado! Clique em Configurações, Repositório e, dentro dessa nova janela, clique na aba “Outros Software” e clique em “Adicionar”. Coloque esse endereço na caixa: ppa:ubuntu-wine/ppa (Esse endereço é para Ubuntu 10.04), clique em “Adicionar Canal”, vá na aba “Autenticação” e clique em “Importar Arquivo Chave” e importe esse arquivo. Pronto! Clicando em fechar, você vai voltar pra tela anterior, e clique em “Recarregar” e procure pelo Wine de novo. Agora você vai ter o programa.
Se você não acreditou em mim e quiser instalar o IEs4Linux para testar, siga os passos: (Lembre-se, você precisa do Wine já instalado, ok?)
Abra o Terminal (Aplicativos, Acessórios, Terminal) e digite os seguintes códigos:
wget http://www.tatanka.com.br/ies4linux/downloads/ies4linux-latest.tar.gz (wget é um comando para baixar/pegar arquivos da internet).
tar zxvf ies4linux-latest.tar.gz (Você viu que o arquivo está em .tar.gz? Então, esse tar no inicio do código é para a descompactação do arquivo).
cd ies4linux-* (cd é igual no Windows, você entra na pasta).
./ies4linux (Esse eu não sei explicar muito bem não, mas é tipo um setup sabe? Vai começar a instalar). (O Gule me explicou o código. “./” significa: execute esse programa)
NOTA.: O MS-DOS é uma versão ultra-reduzida da shell do UNIX, assim como o Linux também possui uma shell reduzida em relação ao UNIX. A enorme diferença é que no MS-DOS, o “command.com” era o interpretador de comandos do sistema! Hoje em dia, o interpretador de comandos do Windows, chama-se “cmd.exe”. Na shell do UNIX/Linux, cada programa possui seu interpretador específico, e o tipo de arquivo é que define se ele é executável ou não, e não a extensão “exe” ou “com” ou até “bat” como é na bosta do Windows/DOS.
Começamos a fazer outro processo e agora vamos rodar o Windows de forma Virtual dentro do Linux (tudo culpa do Bradesco).
No próximo capitulo explico como se faz isso.








